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Com o campeão já em festa, temos de agarrar o 2º lugar... e Moncho López


Com o campeão encontrado a 12 jornadas do fim, feito inédito e que entra sem bater à porta para os anais dos futebol português - o xeque já está, só falta o mate. Cá por mim, desde que ninguém tenha de ajoelhar ao minuto 92, está tudo bem -, resta ao F.C.Porto lutar pelo segundo lugar e pela entrada directa na Champions League - uma pré-eliminatória em ano de Europeu e Jogos Olímpicos é sempre complicada... E na luta por esse objectivo importante, a vitória na Luz foi ouro sobre o azul. Para além disso, a conquista dos três pontos, teve outro significado, mostrou que se é verdade que se perderam valores no F.C.Porto, também é verdade que ainda não se perdeu tudo. Só o F.C.Porto era capaz de ganhar na casa do Benfica, nas circunstâncias internas conhecidas e frente a um adversário que, salvaguardando os exageros dos comerciantes de papel, audiências e shares, estava no ponto mais alto da motivação e vinha moralizado pela goleada em Belém. Portanto, se com uma derrota na casa do Benfica, seria o cúmulo do irrealismo acreditar que podíamos lá chegar - embora a matemática nos mantivesse com possibilidades -, com a vitória, temos obrigação de pensar que mesmo não dependendo apenas de nós, podemos conseguir e sendo assim, temos de fazer a nossa obrigação, isto é, ir ganhando e ganhando. Não podemos dar mais abébias.

Quando o Basquetebol do F.C.Porto foi suspenso, 19/07/2012 e após a saída do comunicado a oficializar a decisão, muitos não acreditavam na suspensão, pensavam que era o fim de uma modalidade com grandes tradições no clube. Apesar de constar no ponto 3 do comunicado que ia ser feito um convite a Moncho López para continuar ligado ao F.C.Porto, dirigir os escalões de formação e preparar o regresso do Basquetebol sénior, o cepticismo manteve-se, mesmo quando apenas passados 15 dias, 04/08/2012, o conceituado técnico espanhol aceitou o convite e assinou por 3 épocas. O que é facto é que o Basquetebol do F.C.Porto voltou, primeiro como Dragon Force e na Proliga, este ano na Liga Principal, como F.C.Porto e até já conquistou um título, hoje em Oliveira do Hospital, ao bater na final do Troféu Hugo dos Santos, o Benfica por 69 - 68.
Parabéns Moncho! Alguém que não nasceu Dragão, mas já é um Grande Dragão e que mesmo sendo profissional, alguém a quem o Basquetebol do F.C.Porto deve muito.

Para a próxima o F.C.Porto joga na Luz sem guarda-redes...


Como tinha referido no post de antevisão, não foi necessário transcendência, um Super-Porto para ganhar na Luz - ao contrário do jogo da próxima quinta-feira no Signal Iduna Park, frente a grande equipa e com grandes craques na prática e não fabricados por uma comunicação social desonesta, em que é preciso um Dragão de chama bem mais alta para contrariar o Borussia Dortmund.
Quando só se admite a vitória de uma equipa, quando se diz que a única preocupação do F.C.Porto é ter cuidado com o Braga, porque já não pode olhar para cima, tem de se limitar a olhar apenas para baixo, é natural que perante os acontecimentos, para além de uma azia notória e nojenta, se procurem arranjar argumentos que quase podíamos reduzir o mérito da vitória do F.C.Porto a Casillas. Não! Não! E não! Não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí. Que Casillas fez uma excelente exibição, é verdade, mas não é para isso que está lá o guarda-redes?

- Casillas defende, pega na bola e sai a jogar, finta um, coloca em Layún, este devolve a Casillas que remata fora da área... gooooooolo! F.C.Porto chega ao empate, grande golo de Iker Casillas!

Novamente Casillas, toca para Brahimi, este tabela com Aboubakar que isola Casillas e... gooooooolo! É goooooolo do F.C.Porto! Meus senhores, nunca se viu nada igual no mundo do futebol. Um guarda-redes a fazer grandes defesas já se viu, mas para além disso fazer dois golos... é inédito e fica para a história.
 
Mas e José Peseiro, não merece grande destaque, ele que depois de uma derrota que deixou marcas profundas, teve uma semana complicadíssima e ainda por cima foi obrigado a improvisar uma dupla de centrais que nunca tinha jogado junta, sem rotinas e sem sincronização? Ontem não fez muito mais o F.C.Porto para ganhar, que o Benfica na época passada no Dragão, em que apenas fez três remates e marcou dois golos, o primeiro através de um lançamento de linha lateral, perto da meia-hora, quando pela primeira vez chegou à área do F.C.Porto? E nessa altura não foram só loas ao "Catedrático" - ao contrário de Peseiro que tem apenas um mês de F.C.Porto, estava há 5 anos de Benfica - que tinha dado um baile táctico e estratégico ao treinador do F.C.Porto? Foram, mesmo que os Dragões tivessem sido claramente dominadores, criassem e desperdiçassem várias oportunidades de golo, tendo duas delas esbarrado nos ferros. Mas quem vir o jogo de ontem com olhos de ver, verá que na segunda-parte o F.C.Porto foi melhor, o único perigo do Benfica foi por demérito do F.C.Porto. Primeiro, não se admite que de um canto a nosso favor, saia um contra-ataque em superioridade numérica; segundo, uma bola despejada para a área que Martins Indi abordou de forma desastrada, quando estava sozinho; terceiro, uma bola bombeada e quase a sair pela linha de fundo, não pode originar um lance de perigo. Tirando isso, o que fez o Benfica de Rui...? Nada! Ao contrário do F.C.Porto que antes de marcar já tinha ameaçado, tivesse mais critério em algumas decisões e definições no último terço do campo, até podia ter marcado mais golos. Mesmo na primeira-parte, onde o clube do regime foi mais perigoso, se virmos bem, também houve lances em que com mais empenho, mais determinação na hora de despachar, uma melhor afinação na defesa na hora de sair para fazer o fora-de-jogo e até, mais contundência no ataque - sim, foi de uma perdida de Aboubakar que nasceu o primeiro lance de perigo do Benfica -, Casillas não teria tanto trabalho, embora o guarda-redes esteja lá para defender. Sem esquecer que Herrera teve um lance em que atirou ao lado, em melhor posição e com um grau de dificuldade inferior ao lance do golo que marcou; Aboubakar foi lento, quando estava em boa posição. Portanto, vamos lá ser sérios a analisar e não ter critérios tão díspares que só podem ter origem numa azia que já nem com Kompensan ou Rennie, se cura.

Depois, Maxi ia enfrentar o Inferno, lembravam eles para que os adeptos do Benfica não se esquecessem de moer a cabeça ao uruguaio. Bem moeram, mas ele esteve em grande, não se deixou impressionar e ainda teve tempo para reduzir um estratosférico Gaitán a quase nada. Já o senhor 80 milhões - será mais uma novela igual à do jogador referido anteriormente, todos os anos eram só milhões a entrar e ele ainda continua na Luz? Não sei, na China há muita pasta...-, que se ia estrear na gala, mandou dizer que se borrou todo e por isso ficou aquém das expectativas. Já o bota de ouro, está como o Rui..., chega aos clássicos e...

Meus caros amigos, não vamos agora pensar que já está tudo bem, embandeirar em arco. Não, ainda temos muito que caminhar e melhorar, não ganhamos nada, não dependemos apenas de nós, continuamos com vida difícil. Mas temos todo o direito de nos sentirmos felizes, até gozar com aqueles que sem respeito pelo F.C.Porto, quando deviam ser rigorosos, isentos e dar mérito a uma vitória cristalina, continuam a demonstrar um facciosismo notório, procuram todos os pretextos para diminuir o mérito da nossa vitória.
Sei que nos últimos tempos os murros no estômago têm sido muitos, há coisas que temos de melhorar e desde que o façamos com objectividade e respeito, ninguém pode levar a mal. Mas não podemos desistir, isso nunca, nem nunca podemos entrar derrotados seja em que jogo for. Sim, porque sem a nossa chama... tudo tenderá a piorar.

Quem te ama nunca desiste nem te abandona
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S.L.Benfica 1 - F.C.Porto 2. Olha... ganhamos!


Treinador ainda sem tempo para trabalhar e implementar as suas ideias, uma derrota difícil de digerir frente ao Arouca; problemas com algumas atitudes poucos recomendáveis; pressionados por 6 pontos de atraso e sem margem para errar; com um jovem de grande futuro, mas apenas com um jogo disputado pela equipa A, no centro da defesa; o F.C.Porto mostrou frente a uma equipa e a alguns jogadores, como se viu hoje, claramente, excessivamente badalada e extrapolada no seu valor  - onde estiveram os insaciáveis? Por onde andou o ataque demolidor? -, que aqueles que o tinham condenado à morte enganaram-se redondamente. Ninguém dava nada por nós hoje, nem para o futuro, mas estamos aí e agora só temos de manter a mesma atitude, a mesma vontade e determinação, se não dá para ganhar com nota artística, temos de ganhar ou fazer tudo para ganhar, na amarra. Temos de aproveitar a confiança que uma vitória destas transmite, mais uma vitória com cambalhota no marcador e no estádio do nosso maior rival. Não podemos voltar a ter uma recaída, perder pontos em jogos em que somos claramente favoritos.

Primeira-parte equilibrada, Benfica mais perigoso, é verdade e mais perto de marcar, não porque estivesse melhor, sim porque algumas desconcentrações e algumas bolas perdidas infantilmente, por parte dos jogadores portistas, causaram alguns calafrios no último reduto do F.C.Porto. Tudo porque faltou determinação na hora de afastar a bola e houve alguma lentidão a sair para colocar os avançados em fora-de-jogo - foi assim o golo do Benfica. Layún ficou atrás, legitimou Mitroglou e o grego fez o golo, iam decorridos 18 minutos -, faltou também  mais cobertura aos laterais, já que Brahimi e Corona, nem ajudaram sem bola e com bola não estiveram particularmente inspirados. Mesmo assim, quando Herrera aos 27 minutos empatou, não significou uma injustiça para o conjunto de Rui Vitória. Embora mais objectivo no último terço, o Benfica não fez muito para justificar uma vantagem ao intervalo.

O reatamento da segunda-parte foi muito semelhante, à primeira, os Dragões continuaram com algumas hesitações no início da construção que lhes podiam ter custado caro, tiveram um erro de palmatória, quando após um canto a seu favor permitiram uma saída em superioridade numérica que só não deu golo porque Casillas salvou. Mas depois de esse lance, o conjunto de José Peseiro -  que na segunda-parte, 59 minutos,  tirou um Corona muito abaixo das suas capacidades e meteu Marega; mais tarde entrou Rúben Neves para o lugar de André ASndré, minuto 74 e a 4 minutos do fim, saiu Brahimi para entrar Silvestre Varela - melhorou, começou a ser mais esclarecido, mais assertivo, mais rápido e mais perigoso a sair para o ataque, ameçou por Aboubakar e logo a seguir, minuto 65, ficou em vantagem - excelente jogada colectiva que o ponta-de-lança camaronês concluiu. Por cima no marcador e no jogo, a questão que se colocava, era como reagiriam os azuis e brancos à esperada reacção do Benfica? Recuando e tentando explorar o contra-ataque, aproveitando os espaços que a equipa da casa ia dar? Ou mantendo a mesma forma de jogar, continuando a pressionar e a tentar recuperar a bola junto à área de Júlio César, na procura de beneficiar dos maiores riscos por parte do sector recuado do Benfica?
Não houve grandes alterações, mantivemos a mesma postura, nunca mais o clube do regime construiu uma oportunidade flagrante para marcar, o jogo chegou ao fim com uma vitória sem mácula do F.C.Porto. Para grande espanto de muita gente, incluindo alguns portistas de pouca fé, que a sua equipa ainda ainda nem jogou e já a consideram derrotada. Esses, hoje, devem estar a dizer: olha...ganhamos! Será que alguns dizem: que chatice?

Notas finais:
O F.C.Porto, com todas as dificuldades já referidas, consegue uma vitória destas e a Rádio Renascença, apenas dá 4 a José Peseiro?! O que precisa mais fazer um treinador do F.C.Porto para merecer a nota máxima? Uma goleada na Luz? Tenham dó, seus aziados!
 
Quando somos colectivamente fortes, temos atitude, o espírito correcto, não há nada a apontar, nem vale a pena estar a falar nas prestações individuais. Mas permitam-me destacar Chidozie, às vezes estes jogos  servem para lançar na alta roda os jovens que têm valor. Aproveitou muito bem a oportunidade, daqui para a frente, só tem de ficar na equipa A. Também quero destacar Iker Casillas, hoje foi ele que manteve o F.C.Porto sempre dentro do jogo, salvou duas ou três asneiradas da sua defesa. Sem esquecer o bipolar, Hector Herrera.

Um obrigado para todos os portistas que a uma sexta-feira e com um temporal destes, foram à Luz apoiar o F.C.Porto, depois de tudo aquilo que sabemos... Vocês são grandes!

 Viva a TVI 24. Quem festeja assim merece destaque. Só que depois...

S.L.Benfica - F.C.Porto. Apesar de tudo... temos capacidade para ganhar!


Nós F.C.Porto não estamos num grande momento, sofremos uma derrota que deixou marcas, temos baixas no centro da defesa, mas mesmo assim temos capacidade suficiente para chegar à Luz e ganhar. Não precisamos de um milagre, de transcendência, de fazer o jogo da nossa vida. Precisamos sim, de ter atitude, concentração, alma, inteligência, entrar sem medo de infernos, ataques demolidores, estrelas extrapoladas, génios da lâmpada. E depois jogar aquilo que está ao nosso alcance e já fizemos esta época, mesmo neste curto consulado de José Peseiro, por exemplo no Estoril - estádio que nos últimos anos tem sido tão difícil como  a Luz. Agora há uma coisa que temos de estar atentos e não podemos facilitar: é na atenção e no cuidado a ter com as provocações e que não vão incidir apenas sobre Maxi, mas sobre todos os jogadores.
Nestes momento eles estão confiantes, embalados, olham para nós com arrogância, como vencedores antecipados. Para além disso, como sabemos e semanalmente temos visto, contam com a complacência dos homens do apito e sentem-se à vontade para entradas a varrer, usar as mãos, cotovelos e os braços, numa impunidade que dura há anos. Mas eu sou do tempo que gostávamos deles assim e como acredito que ainda resta no Dragão algum desse espírito, confio que encontraremos a motivação para dar a resposta necessária e mostrar que a notícia da nossa morte era manifestamente exagerada.

O árbitro é Artur Soares Dias, auxiliado por Rui Licínio e Bruno Rodrigues

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Casillas;
Defesas, Maxi Pereira, Chidozie, Martins Indi, José Ángel e Layún;
Médios, Danilo, Herrera, Sérgio Oliveira, André André, Evandro e Rúben Neves;
Avançados, Brahimi, Aboubakar, Marega, Varela, Suk e Corona.

Equipa provável:
Casillas, Maxi, Danilo, Martins Indi e Layún, Rúben Neves e Herrera, André André, Brahimi e Varela, Aboubakar.

Só nos faltava mais esta, Marcano lesionou-se, está fora da convocatória, só temos como centrais, Chidozie e Martins Indi - não sei se também estará fora do jogo de Dortmund, se estiver, com Danilo e Maxi castigados e Chidozie de fora da lista UEFA, a coisa ainda se complica mais. Se o lesionado fosse Martins Indi, apostaria em Chidozie - às vezes nestes jogos, autênticas provas de fogo, ganham-se jogadores para o futuro -, mas sendo Marcano, o jogador da defesa portista que melhor joga de cabeça, com Casillas a não sair a um cruzamento e frente a um Benfica que tem em Mitroglou alguém forte no jogo aéreo, a aposta vai para Danilo, mesmo que essa opção desfalque o meio-campo, onde o ex-Marítimo tem sido o melhor dos médios. No mais, não retiro nada ao que disse em cima e tinha escrito antes de saber que Marcano não ia a jogo.

Antevisão de José Peseiro:
«Não vale a pena estar a enaltecer aquilo que o Benfica tem feito. Vocês têm-no feito e com mérito. Nós estamos tristes por termos perdido, mas estamos focados no próximo jogo. Sinto a equipa com vontade total e focada para vencer. Para nós, queremos vencer porque acreditamos no nosso potencial. Temos a confiança total que vamos à Luz para reduzir a distância para três pontos.»

«Nós temos uma estratégia que vocês irão confirmar quando começar o jogo. Mas o FC Porto tem a sua identidade e não faz sentido mudar aquilo que é a nossa ideia essencial. Até porque quando mudamos muito e vamos atrás do nosso adversário acabamos por perder essa identidade»

«Sabemos da importância de vencer este jogo, queremos ficar a três pontos do Benfica. Recordando, no entanto, que no último jogo fizemos um golo aos 62 minutos que nos deixava neste momento a três pontos»

«Não criticamos o árbitro. O que digo é que aos 62 minutos fizemos um golo que agora nos fazia depender só de nós. E isso ninguém pode discutir.» 

«O Maicon está ainda com queixas, não está a treinar e os problemas que vocês possam aflorar são tratados dentro da nossa família»

«Brahimi, foi um assunto tratado dentro da linha que não toleramos nem aceitamos comportamentos daqueles. Assunto tratado, como o do Maicon, dentro das regras e os pontos de responsabilidade e exigência que temos para o FC Porto e para o nosso grupo»

Sobre o Benfica-F.C.Porto de amanhã:
O clássico de amanhã, será o nº 82 disputado em Lisboa, entre Benfica e FC Porto a contar para o campeonato. Em termos de balanço, os Dragões venceram 14 confrontos, empataram 25 partidas, e saíram derrotados em 42 jogos. Todavia, pós-Revolução de Abril e nos 41 campeonatos disputados, o FC Porto no Estádio da Luz apresenta registos extraordinários (tomando o empate como resultado positivo, no estádio de um rival directo), vejamos os 41 resultados verificados pelos Dragões em Lisboa, nos últimos 41 campeonatos pós Abril: 10 vitórias, 16 empates e 15 derrotas, isto é, nos últimos 41 jogos disputados para o campeonato, o FC Porto no Estádio da Luz regista 26 resultados positivos (10 vitórias e 16 empates), e apenas acumula 15 derrotas.
Aproximando a máquina do tempo e observando este século XXI, e os últimos 15 resultados dos Dragões na Luz  para o campeonato (em 2003/04 a partida foi disputada no Estádio Nacional), o balanço é francamente positivo para o FC Porto: 5 vitórias, 6 empates e 4 derrotas e com um goal-average equilibrado, 14 golos marcados e os mesmos 14 sofridos. Vejamos agora esses 15 últimos resultados por temporada, e marcadores respectivos:
2000/01 - Benfica 2 - FC Porto 1, golo: Capucho.
2001/02 - Benfica 0 - FC Porto 0
2002/03 - Benfica 0 - FC Porto 1. golo: Deco.
2003/04 - Benfica 1 - FC Porto 1, golo: Costinha.
2004/05 - Benfica 0 - FC Porto 1, golo: Mc Carthy.
2005/06 - Benfica 1 - FC Porto 0
2006/07 - Benfica 1 - FC Porto 1, golo: Pepe.
2007/08 - Benfica 0 - FC Porto 1, golo: Quaresma.
2008/09 - Benfica 1 - FC Porto 1, golo : Lucho.
2009/10 - Benfica 1 - FC Porto 0
2010/11 - Benfica 1 - FC Porto 2, golos : Hulk e Guarín.
2011/12 - Benfica 2 - FC Porto 3, golos: Hulk, James e Maicon.
2012/13 - Benfica 2 - FC Porto 2, golos: Mangala e Jackson.
2013/14 - Benfica 2 - FC Porto 0
2014/15 - Benfica 0 - FC Porto 0.

E como recordar é viver... Recordamos um Benfica 0 - FC Porto 1, numa década e período em que vencer na Luz era então um acontecimento anormal, quase épico. No dia 19 de Outubro de 1974, na Jornada 7 do campeonato 1974/75, o FC Porto orientado pelo brasileiro Aimoré Moreira, venceu na Luz. Os Dragões alinharam com o seguinte onze: Tibi, Gabriel, Simões, Alhinho e Murça, Rodolfo, Vieira Nunes. Teixeira e Cubillas, Oliveira e Abel. Saídos do banco, Fernando Gomes e Ailton também participaram nessa vitória, com um golo do peruano Cubillas!

Porto Canal sem NOS


A partir da meia-noite de hoje, o Porto Canal vai deixar de estar na operadora NOS e estar apenas na MEO. Como tenho a primeira e não vou mudar, resta-me esperar que haja bom senso e no futuro a curto prazo possa haver um entendimento que permita ao canal gerido pelo F.C.Porto passar em ambas as operadores. Até lá tenho muita pena de deixar de ver alguns dos espaços F.C.Porto, em particular um ou outro programa de informação desportiva e os jogos de futebol, formação e equipa B, mais os jogos das modalidades. Já o resto da programação, sinceramente e digo-o com tristeza, não me fará falta nenhuma.

Quando um clube faz do silêncio a sua prática corrente e nas poucas vezes que reage é de forma incoerente e pífia, a especulação e a boataria proliferam, mais ainda quando os resultados são negativos, fica difícil ver claridade no fundo do túnel. Tudo e todos são colocados em causa, há mentiras a circular que até dão vontade de rir e com origem em antros muito pouco recomendáveis, mas como ninguém coloca travão nesta pouca vergonha...

O F.C.Porto tem sobejas razões de queixa do árbitro Rui Costa, um verdadeiro artista, atira-se a ele, compara-o até com o protagonista de um dos maiores escândalos da história do futebol português, Inocêncio Calabote, mas depois a reacção é através do Dragões Diário de impacto quase nulo e de uma queixa institucional junto do Conselho de Arbitragem? O que aconteceria se fosse o Benfica a estar na posição do F.C.Porto? Repito, a nossa estratégia é muito bonita, faz sentido, visa promover a indústria do futebol e a chamada marca, mas em Portugal? No país do quem não chora, não grita e não pressiona, não mama? Espero que mais uma vez não sejamos comidos, fiquemos apenas com o mérito de não termos feito nada para perturbar o bom ambiente antes, durante e após o jogo. Eles têm-se dado bem com este Porto adormecido e simpático. Foi assim no jogo após a morte de Eusébio e o homem do apito até é o mesmo, Artur Soares Dias que nesse jogo nos prejudicou de uma maneira vergonhosa.

É Carnaval, mas os assuntos são sérios


Haverá maior desafio para uma equipa do F.C.Porto que quer limpar a imagem, resgatar o orgulho, tudo o que perdeu na noite de pesadelo frente ao Arouca, que ganhar em casa de um adversário lambido e bajulado até ao tutano pela imprensa do regime, onde os elogios vão de "Os insaciáveis", até a "Rolo compressor", passando por "Ataque demolidor", sem esquecer "Máquina de fazer golos"? Não! Seremos capazes? Como não sou de desistir, acredito que esta malta tem alguma fibra e ainda não atirou a toalha, tenho esperança que na Luz esteja um Dragão de chama alta e pronto a surpreender, a desculpar-se na prática e não na teoria de conversa de chacha. São estes jogos que dizem quem é quem, separam o trigo do joio. Quando entrarem no campo, olhem lá para cima, para o local onde estarão os adeptos do F.C.Porto e lembrem-se que eles têm dado muito mais que têm recebido. Lembrem-se que eles não vos obrigam a ganhar, mas exigem que vocês deixem o relvado com a certeza que fizeram tudo para ganhar.

Não vou caricaturar, insultar, abandalhar, Maicon, como já vi por aí, mas estou muito zangado com ele. Primeiro, porque o lance que esteve na origem do segundo golo do Arouca não foi um azar, um lance infeliz. Não, foi uma displicência, uma irresponsabilidade, um erro grosseiro que nos custou uma derrota e sabe Deus o que mais. Pior, não foi a primeira vez, Maicon é useiro e vezeiro em fazer aquelas gracinhas: podia arranjar mais exemplos, mas já em 29/09/2012, num Rio Ave 2 - F.C.Porto 2, fez exactamente a mesma coisa e isso custou-nos outro golo; como já referi anteriormente, o F.C.Porto só não foi obrigado a disputar um prolongamento em Santa Maria da Feira no jogo da Taça de Portugal frente ao Feirense, porque Helton fez um duplo milagre, defendeu o remate à queima e também a recarga - apesar da péssima abordagem, não confundo os lances citados, com o que esteve na origem do penalty contra o Tondela, a poucos minutos do fim e que Casillas conseguiu resolver, defendendo a grande penalidade e garantindo os três pontos.
Segundo, porque tentar passar, mesmo que por interposta pessoa, a ideia que o que aconteceu se deve a um problema físico que se arrasta há meses, é feio, injusto, não fica bem a ninguém, muito menos a quem usa a braçadeira de capitão do F.C.Porto.
Aqui chegados, há quem peça medidas drásticas, radicais e que vão no sentido de Maicon nunca mais jogar de Dragão ao peito. Sinceramente, a minha primeira reacção ia nesse sentido, mas mais a frio, acho-a excessiva e explico porquê: Maicon, como muitos outros, é um produto deste novo Porto, onde há valores que desapareceram, onde o SER PORTO significa pouco, dentro do campo e infelizmente e esse é o ponto, fora dele. Portanto, só concebo uma medida drástica, se isso significar um regresso ao passado, aos valores que nos ajudaram a conseguir grandes e históricos sucessos desportivos, onde o SER PORTO seja praticado e não apenas falado e banalizado.

Com a devida vénia ao autor, João Carlos, uma reflexão muito oportuna e um post que subscrevo.
«O Vitor Pereira e o FCP que foram campeões sem derrotas, não tiveram mérito na conquista desse campeonato. Diziam os articulistas, opinadores e outros artistas que não foi o FCP que ganhou esse campeonato mas sim o 5LB que o perdeu.
Agora que o 5LB chegou à liderança depois de já ter estado a 7 pontos, já ter perdido com os principais rivais e ter sido criticado o treinador pelos próprios adeptos, não há demérito dos adversários que já tiveram tantos pontos de avanço. É tudo mérito dos jogadores e do seu treinador.
É desta forma que o andor continua a funcionar, leva a água ao seu moinho principalmente porque consegue fazer com que adeptos dos clubes adversários entrem na onda.
Tantos e tantos portistas li eu a desvalorizar os campeonatos ganhos por Vitor Pereira mas nem um, nem um benfiquista tira mérito a esta liderança de Rui Vitória e isto meus senhores é que faz a mística crescer, defender sempre os nossos nos bons e maus momentos.
Escrevi muitas vezes naquela altura que mais cedo que tarde iríamos ter saudades de "só ganhar apenas o campeonato". Triste sina, aquela a quem o tempo dá sempre razão a quem a tem.

Os tempos são de tormentas mas desenganem-se aqueles que acham que os adeptos não têm um papel preponderante para dar a volta a isto. É preciso carregar este clube ao seu lugar de destino. É preciso fazer com que quem nos gere, assuma novamente o espírito guerreiro que sempre nos caracteriza e se já não tiver capacidade para isso, saber sair para poder aparecer um novo líder.
Desenganem-se aqueles que acham que é não respeitar o passado do presidente do nosso clube, achar que ele terá de saber sair, é exactamente o seu oposto, respeitar o passado de alguém é não querer ver esse alguém perder esse passado apenas porque não soube escolher o momento certo para deixar o legado. Tudo o que o presidente do nosso clube fez merece todo o meu respeito, a admiração que criou em muitos de nós faz com que queiramos continuar a admirar a sua obra para sempre mas a obra tem de continuar, pois já dizia o artista "The show must go on".»


Mas este rafeiro, este Reco-reco anormal pensa que os portistas  - e aqui portistas, leia-se a sua esmagadora maioria - são da sua laia, vão culpar José Peseiro pelo que de mau possa acontecer no futuro a curto prazo do F.C.Porto? Este Reco-reco acha que os portistas não sabem de futebol, das dificuldades que o actual técnico do F.C.Porto tem pela frente, dos graves problemas que tem para resolver? Não, os portistas têm consciência do enorme desafio que se coloca ao seu treinador, sabem que é Peseiro,  não é milagreiro, que as culpas serem apenas de quem está mais em pé que sentado na cadeira de sonho, foi chão que já deu uvas, mas dá cada vez menos.

Para ler os artigos de MST e AS, basta clicar em cima das imagens.

Acordem, carago!!!


Quando já parecia que tudo ia pelo bom caminho, as cabeças estavam mais limpas, a tranquilidade e a confiança de volta, a qualidade de jogo só podia melhorar, pumba!, em vésperas de dois jogos importantíssimos - Benfica e B.Dortmund -, uma recaída com estrondo, mais uma vez - quantas são, quantas são? - tudo volta ao princípio.

Não concordo quando se diz que fizemos um bom jogo na primeira-parte, porque em relação à segunda foi muito má, uma equipa sem cabeça e sem aquela pica necessária para virar os acontecimentos. É verdade que reagimos bem àquele soco que significou o golo do Arouca logo aos 20 segundos, até criamos oportunidades, mas fomos sempre uma equipa pouco esclarecida, desorganizada, desequilibrada, o adversário encontrou sempre espaço para sair com perigo para o contra-ataque, também teve duas chances flagrantes para marcar. Mesmo com o golo anulado, era preciso fazer mais até esse lance, também era preciso outra raça e outra alma após a oferta de Maicon.
Mas para além disto, choca-me e pergunto: porquê só agora, após uma derrota que pode ter significado o golpe final e depois de uma derrota em casa frente ao "poderoso" Arouca, é que o F.C.Porto vem queixar-se dos árbitros, falar de cumplicidades, coincidências e critérios? Tenham dó! Nós andamos a falar disto há vários anos e do Dragão apenas silêncio. Só reagem ao retardador e quando a casa já veio abaixo.
Mais, então há uma nova recomendação para os árbitros estarem atentos ao comportamento dos treinadores no banco e ninguém do F.C.Porto chama a atenção do árbitro e do quarto árbitro para a postura do treinador do Arouca? 90 minutos fora da zona delimitada, sempre a reclamar, a pressionar, várias vezes dentro do campo, até chegou a mandar o guarda-redes atirar-se para o chão e nós nada, na nossa casa?
Então o árbitro invalida um golo limpo, o banco tem a informação no imediato e ninguém salta logo, faz sentir a revolta pela anulação de um golo que podia ter mudado a história do jogo? Não há pressão nenhuma no Dragão, enquanto nos estádios dos nossos principais rivais quase que os comem? Mas alguma vez isto é o nosso F.C.Porto? Não, o F.C.Porto que construiu uma história de sucesso nos últimos 30 anos, não é este F.C.Porto aburguesado, acomodado, calado, sem alma, sem mística e com muitas razões para críticas, desde a política desportiva até a uma comunicação que nem cócegas faz.
Acordem, carago! Sejam Porto ou então dêem a vaga!

O Sporting foi prejudicado no jogo frente à Académica, mas o golo mal validado que deu o 2-2, podia ter, mas não teve qualquer influência no resultado.
Título de capa nos rafeiros da queimada: "Monteiro derrota escândalo".
F.C.Porto é claramente prejudicado, viu ser-lhe mal anulado um golo que teve influência no resultado, para além de outras influências que só no futuro serão avaliadas - embora não seja difícil de imaginar neste momento as consequências... Título de capa do pasquim: "Desnorte", nenhuma referência ao golo anulado. Mais, como é preciso por o nome aos bois, põe-se, um "jornalista" chamado Paulo Jorge Santos, analisou o lance pela televisão, não no campo, note-se e diz que é um lance de difícil avaliação, mesmo que o jogadores do F.C.Porto, primeiro André André e depois Brahimi, estejam em jogo e a FIFA recomende que na dúvida, quando é o caso e não foi, beneficia-se o atacante. Fazer esta análise, como fizeram todos que analisaram o lance, é pedir demasiado a esta gentalha da queimada. Mas pior, o mesmo carrapato não viu a primeira falta de Walter González sobre Indi, na parte final do jogo, só viu a do jogador do F.C.Porto e concluiu que ficou um penalty por marcar contra os Dragões. É preciso ter muita lata, é preciso ser muito desavergonhado, muito desonesto. Mas o que me tira do sério e me custa custa muito, é saber que esta escumalha sempre foi assim, portanto, nenhuma novidade neste jornalismo faccioso, sem critério, desequilibrado, com dois pesos e duas medidas. A única diferença é que no passado esta gente era combatida sem contemplações, agora é bem tratada, até é convidada para as nossas galas mais importantes. Não foram eles que mudaram, fomos nós. Lamentavelmente!
Também nesta matéria é caso para dizer: acordem, carago!!!

Notas finais:
Sempre tive em boa conta o departamento médico do F.C.Porto chefiado pelo Doutor Nélson Puga que junta a competência a um portismo que pede meças aos melhores Dragões. Agora esse departamento é colocado em causa por um jogador que tem cometido erros graves e ontem não foi a primeira, nem segunda, nem terceira vez.... porque não anda bem de saúde há quatro meses!
- Maicon, queres um conselho? Joga simples, não inventes e vais ver que ficas logo bom de saúde.
 
No passado houve um jogador do F.C.Porto que mais tarde viria a ser um grande capitão, que uma vez partiu um dedo do pé, mas como tinha fibra, raça, vamos a eles cara...!, continuou a jogar nos jogos seguintes. Cortaram-lhe a bota para o dedo não estar pressionado, pintava a meia da cor da bota e jogava e que bem jogava! O mesmo jogador rompeu a pleura, foi operado uns meses antes do Mundial de 1986, o médico disse-lhe: esqueça o futebol! Resposta pronta: Você está a brincar comigo, doutor, não só vou continuar a jogar futebol, como ainda vou ao Mundial. E foi ao Mundial.

F.C.Porto 1 - F.C.Arouca 2. Há limites que não podem ser ultrapassados e hoje foram


Porque há limites que não podem ser ultrapassados e hoje foram, não vou falar muito do jogo, vou deixar apenas algumas notas.
Primeira:
O F.C.Porto pode perder em casa com o Arouca, a uma semana de ir à Luz disputar um jogo que seria decisivo? Pode. Mas não é jogar desta maneira, sem alma, sem raça, sem qualidade e pior que isso, oferecendo duas casas que não se admitem nem aos putos dos iniciados, quanto mais a jogadores seniores.
Segunda:
O FC.Porto pode queixar-se dos árbitros quando é prejudicado? Pode. Mas se isso significar uma atitude  coerente, apontando as sistemáticas dualidade de critérios que o têm penalizado e não, como aconteceu hoje, em que a exibição foi demasiado má para se arranjarem desculpas. Alguém protestou, mostrou um sentimento de revolta, mais que justo, quando Rui Costa e o seu auxiliar invalidaram um golo limpo?
Terceira:
Lopetegui não era o melhor treinador do mundo, mas a culpa não era apenas dele, como hoje ficou claramente demonstrado. Porque só não o óbvio quem é cego, disse que iríamos por mau caminho se porque houve uma bela vitória no Estoril, julgássemos que dali para a frente tudo ia ser um mar de rosas, podíamos atirar com Peseiro a Lopetegui.
Quarta:
Um treinador e os jogadores do adversário, não podem passar noventa minutos a gozar com a nossa cara em nossa casa, no caso de Lito Vidigal, sempre fora de zona regulamentar do treinador, várias vezes entrando em campo, reclamando de tudo e mais alguma coisa, pressionando cada decisão da equipa de arbitragem; o guarda-redes passou o tempo todo a queimar tempo, caiu e ficou deitado várias vezes, nunca o banco do F.C.Porto protestou ou os jogadores fizeram ver a Rui Costa que aquilo não era futebol. É um sintoma nítido que nos perderam totalmente o respeito, se sentem no Dragão tanto ou mais confortáveis que em sua casa. Demoramos muito a conseguir uma posição cimeira no futebol português, estamos a perder essa posição e essa força todos os dias. Hoje o F.C.Porto é um clube onde não se sente o Líder. Porque hoje era o momento do Líder dizer alguma coisa... Talvez amanhã o senhor Tavares diga ao Chico Marques para fazer uma gracinha no Dragões Diário.
Quinta:
Um jogador pode errar, pode até errar muito, não pode, é tentar disfarçar o erro com um atitude lamentável, tentando fazer de quem estava no estádio, parvo. Muito pior se é o capitão, se erros daqueles não são originais. Recordo o que escrevi sobre Maicon no jogo da Taça de Portugal disputado em Santa Maria da Feira: «É verdade, ao minuto 87 e claramente contra a corrente do jogo, o senhor Maicon abordou o lance de sapatos de tacão alto, encolheu-se para não estragar os tacões, o jogador do Feirense isolado só não empatou pelas razões referidas anteriormente - Helton fez um milagre.» Umas vezes as brincadeiras não dão golo, outras dão, como foi o caso de hoje. Para mal dos nossos pecados o jogador que está directamente ligado ao golo da derrota que pode ter afastado definitivamente o F.C.Porto do título e até do segundo lugar, não aprende e faz sempre as mesmas asneiras. Não gosto de arranjar bodes expiatórios, mas também não posso deixar passar coisas desta gravidade sem apontar de forma veemente, o que esteve mal.
Sexta:
Os problemas que afectam o F.C.Porto vão muito para além de mais uma derrota, dos primeiros pontos perdidos frente ao Arouca, de mais uma época em que só um milagre nos levará ao topo do campeonato. Mas o pior é não saber como vamos sair daqui, não se ver nem uma pontinha de claridade no fundo do túnel, um pequeno indício que no futuro as coisas vão mudar.

F.C.Porto - F.C.Arouca. Ganhar para manter a chama acesa


Antes da ida à Luz para um jogo importantíssimo, o F.C.Porto recebe o Arouca e não pode dar-se ao luxo de não ganhar. Sem Maxi e sem Marcano, habituais titulares e frente a um adversário que é a cara do seu treinador, Lito Vidigal: competente, determinado e que não dá nada de barato, o F.C.Porto para ganhar tem de se concentrar apenas no conjunto da Serra da Freita, fazer um jogo sério, com atitude e qualidade de jogo nivelada por cima. José Peseiro, mesmo com pouco tempo de trabalho e para trabalhar, já conseguiu coisas positivas: limpou a cabeça dos jogadores; melhorou o nível exibicional e a tranquilidade da equipa; transmitiu confiança, criou novas expectativas e um novo ânimo junto dos adeptos. Para que seja dado mais um passo em frente, não volte a haver retrocessos, é importante que o público do Dragão esteja com a sua equipa, ajude, apoie e guarde os assobios para os adversários e para os homens do apito...

O árbitro é Rui Costa, auxiliado por Tiago Leandro e Miguel Aguilar

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Casillas;
Defesas, Chidozie, Martins Indi, Maicon, José Ángel e Layún;
Médios, Danilo, Herrera, Sérgio Oliveira, André André e Rúben Neves;
Avançados, Brahimi, Aboubakar, Marega, Varela, Suk e Corona.

Equipa provável:
Casillas, Layún, Maicon, Martins Indi e José Ángel, Danilo e Herrera, Corona, Brahimi e André André, Aboubakar.

Antevisão de José Peseiro:
«Convém recordar que o Arouca tem dez jogos feitos fora de casa e tem apenas duas derrotas nesses dez jogos. É uma equipa que se vai fechar, como disse o Nuno Coelho, têm geralmente essa estratégia, querem reduzir espaço e envolver-se no processo defensivo com todos os jogadores»

«Nós temos consciência disso, mas também temos noção da nossa qualidade, do poder que temos e do que devemos fazer para vencer o Arouca. Temos de jogar nos limites da concentração e nos limites do empenho.»

«Um plantel tem que ter soluções e qualidade. É normal que não joguem alguns jogadores. Não estou nada preocupado com os jogadores que não vão jogar. Estou confiante com os que vão jogar. Se aqui estão é porque têm qualidade»

«Tenho inteira confiança em todos eles. Eles próprios responderam a isso. Conto com todos. Uma equipa faz-se das 20 e tal opções. A utilização deles por jogo tem que ver com o momento deles e da equipa.» 

«Percebo o vosso interesse, é o vosso trabalho, mas não é por aí. Estamos concentrados no jogo de amanhã e é para isso que estamos a trabalhar. O resto a seu tempo irei falar.»
 
«Nenhuma dificuldade em concentrar a equipa no jogo do Arouca»

O histórico de FC.Porto versus F.C.Arouca, no Dragão, é curto, apenas relativo a duas épocas.
Época 2013/14 - FC Porto 4 - Arouca 1, golos de Quaresma 2, Jackson e Carlos Eduardo. 
Época 2014/15 - FC Porto 1 - Arouca 0, golo de Aboubakar. 

Afonso Pinto de Magalhães, Presidente do F.C.Porto entre 1967 e 1972, era natural de Arouca.

Factos:
Benfica 6 - Belenenses 0.
Belenenses 0 - Benfica 5 - mais valia terem feito falta de comparência, só perdiam per 3-0.
Vários golos do Benfica foram autênticas ofertas a que só faltou juntar uma caixinha de pasteis de Belém.
O treinador do Belenenses, que está cada vez mais orgulhoso???, estendeu um a passadeira azul para os vermelhos passarem.
Rui Pedro Soares, presidente da SAD do clube do Restelo, é sócio do F.C.Porto, já recebeu um Dragão de Ouro para o Sócio do Ano.
Imagine-se que era o F.C.Porto e não o Benfica que estava em causa nesta linda história de amor?


Factos:
Gaitán deu um bofetão num jogador do Moreirenses.
Renato Sanches outro num jogador do Belenenses.
Nada lhes aconteceu, nem um amarelozinho para disfarçar, sendo que no último caso, o árbitro nem falta marcou e da jogada resultou o segundo golo do Benfica.
O que se teria passado se estes factos fossem com jogadores do F.C.Porto?

PS - Ainda sobre o post anterior, tenho um amigo que ao ler no Dragões Diário de ontem os elogios ao Benfica, ficou incomodado e enviou um email de revolta ao Francisco J.Marques. Na resposta e na parte que importa, foi-lhe transmitido que tudo foi validado superiormente. Portanto, o OK só pode ser da responsabilidade do Director Geral da F.C.Porto Média, Manuel Tavares, que reporta à SAD e ao Presidente Pinto da Costa. 
Resumindo, esta estratégia de comunicação, para o bem e para o mal, para mim, para o mal, é a estratégia do F.C.Porto - Futebol, SAD. Isto se alguém ainda tinha dúvidas...

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