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Marítimo - F.C.Porto. Para os Dragões nunca há facilidades nos Barreiros


Meus caros amigos, profissionais do F.C.Porto, se viram o último Marítimo-Benfica e por acaso lhes passar pela cabeça que aquele Marítimo é real e tão fraco como mostrou frente ao clube do regime, esqueçam: para os Dragões nunca há aquelas facilidades nos Barreiros. Primeiro, já vai estar na baliza Salin, que, azar dos azares, estava lesionado na jornada anterior e Salin é o habitual titular; a seguir, o público madeirense que normalmente torce pelos verde rubros, ao contrário do que aconteceu frente ao Benfica, não vai estar dividido, com claro prejuízo do Marítimo, vai estar unido contra o F.C.Porto; ainda, porque não vai haver a falta de agressividade de que Leonel Pontes se queixou e que foi notória na passadeira vermelho estendida no primeiro golo do clube do regime, eles virão com tudo para cima de vocês; portanto e concluindo, espírito guerreiro, a mesma vontade e determinação do jogo de Braga, nervos de aço para resistir e não reagir a qualquer capelada, qualidade para vencer e continuar na luta.

O árbitro é João Capela, auxiliado por Ricardo Santos e Tiago Rocha

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Fabiano e Helton;
Defesas, Danilo, Maicon, Marcano, Martins Indi, José Ángel e Alex Sandro;
Médios, Rúben Neves, Casemiro, Campaña, Herrera, Óliver e Quintero;
Avançados, Quaresma, Tello, Jackson, Ricardo Pereira e Gonçalo Paciência.

Equipa provável:
Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi e Alex Sandro, Casemiro, Herrera e Óliver, Quaresma, Jackson e Tello.

Antevisão de Julen Lopetegui
O jogo com o Marítimo:
«Sem dúvida que vai ser um jogo muito complicado. Historicamente é um jogo difícil. Assim dizem os dados, as estatísticas. É realmente uma equipa que coloca muito muitas dificuldades, mais ainda no seu estádio, e temos de fazer um grande jogo para vencer. Não tenho nenhuma dúvida»

Sobre a nomeação de João Capela:
 «A minha responsabilidade é preparar a minha equipa para um jogo muito difícil. Muito diferente do que o Benfica teve, seguramente. Tenho de preparar a equipa para superar essas dificuldades. O resto não é o meu trabalho»

Focados no que temos de fazer:
 «A equipa tem estado sempre focada em dar a melhor resposta, no limite do esforço. Temos de fazer mais do que os outros para ganhar. Esse é o nosso objetivo, para superar os adversários. O resto não podemos controlar e temos de nos focar em dar essa resposta. Temos consciência que temos de fazer mais do que os outros, e assim faremos»

Sobre Braga:
«Já falámos do jogo de Braga, do que sentimos. A equipa fez o que tinha de fazer: havia que correr, defender, ser organizada, perante uma situação de dificuldade máxima - 55 minutos com nove jogadores contra uma equipa que tinha todos os jogadores em campo. Fizemo-lo e ainda tivemos uma ou duas ocasiões mais para marcar. Em relação à união, temos estado sempre a trabalhar nessa linha. Quem está no FC Porto tem de saber que o coletivo está sempre acima de qualquer individualidade e que temos de fazer mais do que os outros para conseguirmos o nosso objetivo», frisou. «Iremos de frente contra as dificuldades»

Nota final:
A forma como algumas figurinhas falam do F.C.Porto até parece que chegamos agora de outro planeta. Criticar árbitros, mesmo quando estamos cheios de razão? Nunca se viu nada igual. Reacções como a que teve Antero Henrique no intervalo do Braga-Porto? Idem aspas. O Presidente falar em vergonha? Não pode. Isso é para algumas ratazanas que não têm nada que as recomendem, as suas obras são apenas  inventar as mais tenebrosas teorias da conspiração e depois passarem tempos infinitos, sozinhos, sem qualquer contraditório, a dissertar sobre coisas que e a maioria das vezes, são apenas factos criados pela sua conspurcada imaginação.

Rúben Neves versus Sérgio Oliveira, sem esquecer Gonçalo Paciência

 
Ainda não há confirmação oficial, mas parece que Sérgio Oliveira, (SO)actualmente no Paços de Ferreira e que foi uma das grandes promessas da formação do F.C.Porto, regressa na próxima época ao Dragão. É uma ideia que me agrada, tenho pena que agora não seja possível avaliar o que teria sido a carreira do jovem internacional sub-21, se na altura devida tivesse sido uma aposta de Jesualdo Ferreira. Recorde-se que Sérgio era considerado um craque em potência, tinha uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros - sinal claro de que era tido em muito boa conta por quem manda no F.C.Porto -, estreou-se com 17 anos num F.C.Porto-Sertanense para a Taça de Portugal e mostrou capacidades que recomendariam uma aposta na sua capacidade e no seu talento. Não são prognósticos no final do jogo, disse-o aqui, reafirmei-o aqui. Quando vejo o que está  acontecer com Rúben Neves, o exemplo de SO salta sempre à memória. É verdade que Rúben, para além do talento e potencial, parece um jovem sereno, tranquilo, equilibrado, maduro, nem parece que tem apenas 17 anos. Não sei como era na altura SO, se gostava de trabalhar, aprender, tinha paciência para esperar, mas tenho pena que nunca tenha tido as oportunidades que Rúben está a ter. Há quem dia que é um sinal dos tempos, hoje de vacas magras, naquela altura de vacas gordas. OK, mas não foi apenas isso. Teve também a ver com as apostas ou faltas delas de Jesualdo. SO nunca devia ter voltado aos juniores, devia passar a trabalhar com os seniores. Mais, o Professor preferiu num determinado jogo em que tinha 3 médios lesionados, Tomás Costa, Valeri e outro que não me lembro, levar dois centrais para o banco num jogo do campeonato, que levar SO que já tinha jogado no jogo referido anteriormente e num jogo da Taça da Liga frente ao Leixões. De louvar por essa razão a aposta em Rúben Neves e espero que também em Gonçalo Paciência e Ivo. É que quando vejo  a capa do Jogo de hoje e que lá diz: "Lopetegui pede outro avançado", temo que Rúben seja apenas a excepção que confirma a regra. Aboubakar e Brahimi em meados do mês que vem já estarão de volta. Só se for um negócia da China, isto é, um jogador de créditos e experiência confirmados e sem grandes custos para o F.C.Porto.

Três notas finais:
Se uma Instituição Centenária como o F.C.Porto é tratada no panfleto da queimada por F.C.Porco, ainda há alguém que tenha coragem de me vir dizer que exagero na forma como trato alguns "jornalistas" do pasquim dirigido por Vítor Kasparov Serpa, conhecido também pelo Pastel de Belém?

No mesmo panfleto fizeram uma pergunta: "O F.C.Porto foi prejudicado pela arbitragem frente ao S.C.Braga na Taça da Liga? 64% disseram que não, 43% que sim. Melga e Mike, mal conheceram o resultado, gritaram em coro: que surpresa!

Bernardo Silva, como a pescada... antes de ser já era.
Não discuto a bondade do negócio - à priori excelente, à posteriori, veremos...-, mas o facto de dizerem que estava emprestado, ia voltar para ser uma aposta de futuro, quando há muito que se sabia que ia ficar no Mónaco. Quem deve estar triste são alguns que apelidaram Bernardo Silva de menino de Ouro e agora vêem o menino de ouro voar para o principado, quando já estavam a imaginar tanta coisa...

Muito do que se está a passar é de nossa exclusiva responsabilidade


Quando tive a noção do que era a blogosfera e mesmo tendo consciência que um blog é apenas um blog, uma minuscúla gota num oceano de comunicação, disse que mesmo estando atento a tudo que acontece no interior do F.C.Porto, as minhas melhores energias seriam aplicadas no combate externo, contra todos aqueles que não respeitam uma Instituição que tantos e tão relevantes serviços presta ao desporto português, futebol em particular. Nos últimos tempos quem me segue, sabe que, e por muitas vezes, disse que este Porto silencioso, passivo, conformado, olimpicamente cristão e a dar a outra face perante as maiores barbaridades, sem o espírito de luta e guerreiro que era a sua marca, estava a dar o flanco, a por-se a jeito, eles estavam a perder o respeito - já perderam completamente -, passou a valer tudo e mais alguma coisa contra os Dragões. Critérios arbitrais completamente antagónicos e arbitragens vergonhosas que cavaram uma diferença que não justifica nem reflecte o futebol jogado pelas equipas; nomeações de árbitros onde o pudor desapareceu e tudo é feito à escancara; omissões, branqueamento ou extrapolações por parte de uma comunicação social prostituída e vendida, que analisa conforme dá jeito, sempre, mas sempre contra o F.C.Porto, como se viu no jogo de Penafiel, no pós e vergonhoso Braga-Porto - os minhotos queixarem-se do árbitro só pode ser piada... - tornaram-se o dia a dia do futebol luso.
Isto não é choradinho, calimerismo, arranjar desculpas para erros próprios que temos e nunca foram desvalorizados nem omitidos, são factos. Estes escândalos sucessivos, só não atingem proporções muito maiores, incendeiam o futebol português, primeiro, porque e como já disse, os responsáveis do F.C.Porto perderam o fulgor de outras épocas; segundo, porque neste país o F.C.Porto é um alvo a abater e como se tem visto, ser isento, rigoroso, dar aos Dragões o tratamento justo não rende prestígio, vende papel, dá audiências. E o que vemos? Um Zé porco/baleia a perguntar de que se queixa o F.C.Porto no jogo de ontem, como se ficar a jogar com menos dois, uma grande parte do jogo, por culpa de um miserável critério disciplinar do árbitro, fosse coisa pouca. Vemos um ex-árbitro a analisar lances com imagens que não mostram nada, mas a concluir que o F.C.Porto foi beneficiado. Vemos programas de televisão onde se analisa com a camisola do anti-portismo vestida. Vemos qualquer pingarelho, qualquer anão a por-se em bicos dos pés para crescer às custas do bom nome do F.C.Porto. E que tem feito o F.C.Porto? Nada! Amanhã, ou depois, na antevisão do Marítimo-F.C.Porto, que Lopetegui fará, lá estarão alguns dos que nos tratam mal a passearem-se à vontade nas nossas instalações e até a fazerem perguntas ao Mister. Já disse, mas vou repetir: não defendo um Porto de comunicados por toma lá aquela palha; não defendo um Porto a reagir a tudo, a todos e a todo o momento; mas defendo um Porto a reagir, forte e feio, no momento certo e no tempo oportuno e não um Porto que reage e muito bem, contra a vergonha que foi a Gala do Centenário e depois, quando acontecem coisas que colocam em causa tanta coisa - bom nome, possibilidade de conquistar títulos, etc -, não diz nada ou pouco diz.
Que o jogo de ontem faça despertar definitivamente quem e em primeiro lugar tem de defender os interesses do F.C.Porto... Até porque quem não ouve e sente o pulsar dos seus... corre o risco de ter surpresas desagradáveis.

Notas finais:
Ontem alguns portistas, aqueles que falam e xingam nos espanhóis, devem ter ficado envergonhados. Marcano, José Ángel, Campaña e mesmo Tello - não tem a raça e o mesmo espírito dos outros, mas como uma vez me disse o Nuno Capucho: "Não podes pedir que eu tenha as mesmas características do Paulinho Santos. "Pois não, mas nem 8 nem 80", disse-lhe eu. O mesmo diria a Tello -, já que Adrián saiu muito cedo, mostraram uma raça, uma alma e uma vontade que pareciam portistas desde pequeninos. Idem para o Mister. E se Lopetegui ontem, perante tamanho despautério, disse ao quarto árbitro que a continuar assim, mais valia sair do campo, só tenho de lhe tirar o chapéu e dizer: Mister, estou consigo!

As nomeações de Paixão e Capela para os jogos de Benfica e F.C.Porto.
Se fossemos anjinhos e ingénuos, até poderíamos pensar que nas nomeações de Bruno Paixão para o Paços de Ferreira-Benfica e João Capela para o Marítimo-F.C.Porto, faltou apenas bom senso. Mas como não somos uma coisa nem outra...
Depois do que se passou no Nacional-F.C.Porto da época passada e que na altura foi esmiuçado aqui e aqui, nomear novamente João Capela, cujo perfil é aqui retratado, tresanda a provocação e tem tudo para correr mal. É verdade. Ou o árbitro faz uma arbitragem exemplar e ninguém fica com razão de queixa, ou se erra para qualquer um dos lados vai dar polémica e da grossa. Explico, começando por dizer que já pensava assim antes do que aconteceu ontem na "Pedreira": se Capela errar contra o F.C.Porto, os portistas, repito, mesmo que ontem tudo tivesse corrido bem, vão-lhe cair em cima, recordar-lhe o que aconteceu na Choupana em 30/03/2014. Se errar contra o Marítimo, os vermelhos, porque maritimistas e benfiquistas é quase tudo a mesma coisa - não foi o Guardanapo que disse esperar que o público dos Barreiros não se enganasse na sua paixão clubista, puxasse pelo Benfica em vez de puxar pelos verde-rubros? -, vão dizer que se quis limpar, cedeu às pressões, etc.
Já sobre Bruno Paixão... bem, o seu percurso e o seu currículo são de tal maneira conhecidos que não vale  a pena dizer mais nada. Apenas que sendo natural de Lisboa é filiado na A.F.Setúbal...

Alguns dos que falam agora em empolamento, como é o caso, por exemplo, de Luís Sobral, mas não só, são os tais prostitutos que me referi anteriormente, os tais que se fosse com o clube do regime reagiam como reagiram em 2010, fazendo coro com o Benfica naquela vergonhosa tomada de posição que incluiu apelos aos adeptos de boicote aos jogos, ameaças de não participar na Taça da Liga, idas aos ministérios e afins.
Lembram-se de uma capa de jornal com destaque: "Xistra decide o que já estava decidido?" Lembram-se que foi também em Braga e só porque o famoso caceteiro Javi Garcia foi expulso? Que foi numa época em que o F.C.Porto apenas ganhou Supertaça, Taça de Portugal, Campeonato, com apenas 3 empates cedidos e Liga Europa?

PS 1 - Maurício, jogador do Sporting e que tinha uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros, foi emprestado à Lazio com opção de compra obrigatória de 2,650 milhões.
- Bruno, tão novinho e já com tão poucas faculdades?

PS 2 - Ribeiro Cristóvão continua a provar em cada intervenção que faz sobre o F.C.Porto que nunca conseguiu ultrapassar o complexo do careca/gay. Ou então está a ficar gago e qual papagaio, repete sempre as mesmas coisas na esperança que uma mentira muitas vezes repetida passe a ser verdade: "O Porto foi beneficiado em Penafiel, o Porto foi beneficiado em Penafiel..."

S.C.Braga 1 - F.C.Porto 1. Nem o ladrão careca abateu os Super-dragões


Frente ao Braga com vários dos habituais titulares, o F.C.Porto com uma equipa nova, Helton, Ricardo Pereira, Reyes, Marcano e José Ángel, Campaña, Rúben Neves e Evandro, Adrián, Gonçalo Paciência - estreia absoluta na equipa principal em jogos oficiais - e Quintero, sem rotinas e sem automatismos, foi extraordinário na atitude, na raça, no espírito de sacrifício, conseguiu um empate a jogar com 9, contra 11 do Braga e um ladrão careca.

O Braga entrou forte, agressivo, pressionante, rápido a sair para o ataque, foi a primeira equipa a criar perigo, valeu Helton com uma excelente defesa a evitar que os bracarenses se adiantassem no marcador. Aos poucos o F.C.Porto foi tendo bola, conseguiu repartir o jogo, mas algumas displicências que resultaram em perdas de bola - Quintero abusou -, os da casa, com pragmatismo e objectividade, aproveitavam para colocar a baliza do capitão portista em sobressalto, embora sem lances de golo eminente. No primeiro ataque bem construído pelo F.C.Porto, a bola foi metida na área do Braga, Sasso derrubou Gonçalo Paciência, penalty bem assinalado e Evandro a marcar superiormente. Estava o jogo assim, até que um palhaço careca, sem ofensa para os palhaços e para os carecas, resolveu entrar em cena, mostrou de que massa é feito. Cosme Machado expulsou, bem, Reyes - anjinho no duplo amarelo -, mas perdoou a expulsão a Sasso e como se fosse pouco, deu vermelho directo a Evandro. Foi uma expulsão vergonhosa, um absurdo total, o jogador do F.C.Porto, quanto muito, devia ter levado amarelo. Dragões com 9, jogo estragado.

Na segunda-parte, com menos dois e com o empate a surgir muito cedo, 5 minutos, foi resistir, resistir, aguentar de forma heróica, conseguir um resultado fantástico que coloca o F.C.Porto com um pé nas meias-finais. Se o Braga, naturalmente, dominou e teve várias oprtunidades, a equipa de Lopetegui também criou as suas, teve duas e claras - Tello e Marcaño.

Se Helton foi um Monstro, todos os outros não lhe ficaram atrás e meus amigos... que CLAQUE TEM O F.C.PORTO! Muito, mas mesmo muito, orgulhoso desta equipa, deste treinador e destes adeptos. Vi jogadores que chegaram este ano ao Dragão a terem uma atitude e um espírito Porto que já não via há vários anos.

Que esta pouca vergonha seja a gota de água que, definitivamente, faça com que os responsáveis portistas reajam e gritem bem alto que não vamos permitir que isto continue.Se por muito menos, os vermelhos incendeiam o futebol português, porque assistimos mudos e quedos a tanta nojeira?

Balanço intermédio

Última hora: João Capela no Marítimo-F.C.Porto; Bruno Paixão no Paços-Benfica. Pouca vergonha sem limites. Nomeações provocatórias e acintosas, no caso do árbitro do F.C.Porto.
  
Miguel Sousa Tavares  não sabe porque José Maria Pedroto foi excepcional. Também não sou eu que lhe vou explicar, mas o argumento que utiliza é um espanto: viu-o perder dois campeonatos para o Benfica... Mas e então os dois campeonatos consecutivos que puseram fim a uma longa travessia de deserto que durou 19 anos e acabaram com a hegemonia do clube do regime, não contam?
Miguel também não compreende tanta deferência de Fernando Gomes para com M. Platini. Publico a foto do presidente da FPF todo vergado a cumprimentar o líder da UEFA a que o jornalista/escritor faz referência, mas não vou explicar a razão de tanto beija-mão. É demasiado óbvia.


Acabou no último fim-de-semana a primeira-volta do campeonato, altura para um balanço intermédio do que tem sido a época do futebol portista até ao momento. Não será um balanço exaustivo, já fui dizendo muitas coisas nos posts dos jogos e após jogos.

Na Champions, play-off+fase de grupos, o F.C.Porto teve um comportamento quase imaculado: 2+6 jogos, 6 vitórias e 2 empates, primeiro e segundo objectivos cumpridos, com a particularidade dos Dragões terminarem em primeiro lugar no Grupo H. Sem esquecer, como é óbvio, a muito importante componente financeira. Foram na prova rainha da UEFA as melhores exibições dos Dragões - em particular BATE Borisov no Dragão e Athletic em Bilbao -, foi na Champions, com uma ou outra excepção, onde a equipa se mostrou mais concentrada, mais equilibrada, mais competitiva, mais constante na qualidade exibicional durante os 90 minutos. Mesmo quando esteve quase a perder em Lviv, frente ao Shakhtar, na excepção à regra no nível de concentração, o F.C.Porto teve grande atitude, não desistiu, acreditou até ao fim, conseguiu empatar quando a derrota parecia inevitável. Assegurada a passagem aos oitavos-de-final, mínimos conseguidos, o F.C.Porto vai agora defrontar os suiços do Basileia e tem legitimidade para ambicionar continuar na prova, com todas as vantagens inerentes.

Taça de Portugal, saímos da prova na primeira eliminatória onde participamos, terceira, foi o único jogo esta época onde o F.C.Porto não foi superior ao seu adversário, perdeu com justiça - em Alvalade para o campeonato, se fomos inferiores na primeira-parte, fomos melhores na segunda, podíamos ter ganho no último lance do jogo. Abébias atrás e ineficácia na frente, até um penalty falhamos, na razão da saída prematura da Taça de Portugal. Entramos abúlicos, fomos incompetentes, nem as provocações e as faltas de respeito do presidente do Sporting fizeram com que os Dragões deitassem fogo.

Taça da Liga, dois jogos, duas vitórias, até ao momento objectivos de ganhar e lançar os menos utilizados, cumprido.

Campeonato, sem ser exuberante, entrando hesitante, à procura do melhor onze e das melhores soluções, num plantel com muita gente nova no clube; perdendo pontos inesperados, mais por culpa própria do que por mérito alheio - Boavista e Benfica, então nem se fala...; o F.C.Porto está a seis pontos do líder Benfica, atraso que não corresponde à qualidade exibicional das duas equipas, mas que se explica num andor carregado e outros factores que de tão badalados já nem são surpresa - último exemplo: para ninguém polemizar, Urreta, importantíssimo na equipa do Paços, por coincidência, levou/forçou o quinto amarelo no jogo da jornada anterior, não joga frente ao Benfica. O mais escandaloso o episódio Deyverson e Miguel Rosa.
Tirando alguns adormecimentos quando sente que a vitória está quase garantida e que foram notórios nos dois últimos jogos no Dragão, frente ao Vitória de Setúbal e Belenenses, o F.C.Porto está mais consistente, mais coeso, os processos mais consolidados, promete uma segunda-volta melhor do que a primeira. Ainda vamos a tempo? Temos de acreditar. Se não não acreditássemos sempre, não tinha havido o histórico 90+2 de Kelvin. Lopetegui, não fazendo tudo bem, tem vindo a perceber o que é o F.C.Porto, o futebol português e tudo que o rodeia, tem feito um trabalho meritório. Vestiu a camisola azul e branca, de forma correcta, tem dito o que precisa de ser dito, tem contrastado com os silêncios da estrutura.
Dos mais antigos Jackson foi o melhor; dos que chegaram Óliver o que melhor se adaptou, interiorizou o espírito Porto, mais qualidade mostrou. Já dá para responder mais afirmativamente a esta pergunta? Mas há na gente nova outras boas afirmações e uma desilusão, Adrián, de quem, acho todos esperavamos muito mais.

Taça da Liga: S.C.Braga - F.C.Porto 
Ora aí está um jogo frente a um adversário forte, rijo, valente, um teste muito exigente, mas uma excelente oportunidade para ver quem é quem, para os menos utilizados aproveitarem, mostrarem serviço, dizerem que são opções a ter em conta. Mesmo não sendo a Taça SLB - Senhor Lucílio Baptista - prioritária, não vamos deixar de tentar o jogo e ganhar na "Pedreira" é colocar pé e meio nas meias-finais.

O árbitro é Cosme Machado, auxiliado por Alfredo Braga e Pedro Fernandes

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Andrés Fernández;
Defesas, Ricardo Pereira, Victor Garcia, Martins Indi, Reyes, Marcano e José Ángel;  Médios, Evandro, Campaña, Rúben Neves, Óliver, Herrera e Quintero;
Avançados, Kayembe, Gonçalo Paciência, Tello e Adrián.

Equipa provável:
Andrés Fernández, Ricardo Pereira, Marcano, Reyes e José Ángel, Rúben Neves, Campaña e Evandro, Quintero, Gonçalo Paciência e Adrián.

Critérios do Xistrema

A cara do Huguinho Gilberto, quando Miguel Guedes começa a desfiar o novelo do andor, é digna de ver e registar. Aqui, taliscadas em movimento.

Com o terreno encharcadíssimo - o jogo esteve em vias de não se realizar -, propício a choques e por isso tornando a vida difícil aos jogadores que, note-se, não têm ABS, logo a margem de tolerância devia de ser maior por parte dos árbitros, Maicon teve uma entrada imprudente no jogo frente ao Boavista, foi expulso. Bem expulso, disse-o na altura, mesmo que pelo menos o chinês do Boavista, Wei Shihao, também devesse ter ido tomar banho mais cedo. O F.C.Porto não ganhou, ninguém culpou o árbitro, mas todos ou quase todos, disseram ficar à espera para ver se o mesmo rigor tido com o central do F.C.Porto era para manter em relação a outros clubes, particularmente em relação ao clube do regime. Não foi preciso esperar muitos dias para verificarmos que os critérios eram diferentes. Enzo e Samaris tiveram entradas brutais às pernas dos adversários, Maxi é um caceteiro de créditos firmados, expulsões directas nem vê-las, duplos amarelos também são muito poucos. Ontem, com o Benfica em vantagem pela diferença mínima e já com amarelo, Talisca travou um contra-ataque com uma falta grosseira, dupla razão para ver o segundo e vir para a rua. Xistra parou o jogo, quando devia ter dado a lei da vantagem, ia para sacar do cartão, mas viu que era o segundo, arrependeu-se, marcou apenas a falta. Viria a mostrar o segundo amarelo ao brasileiro já no fim do jogo, a pedido, num lance em que era vermelho directo - qual a diferença entre a entrado de Maicon contra o Boavista e de Talisca no jogo do Funchal? Nenhuma, o jogador do F.C.Porto até tinha por si a atenuante do estado do terreno - ver resumo. Não vou especular se com menos um o Benfica não ganhava o jogo, não vou fazer como faz, por exemplo, Bagão Félix, o papa-hóstias e dizer que o Marítimo contra o F.C.Porto joga de uma maneira, contra o clube do regime de outra, que o Guimarães da Luz não teve nada  a ver com o que empatou com o F.C.Porto ou ganhou ao Sporting. Não vou por aí, mas era importante que os critérios fossem uniformes, entradas iguais, cartões iguais, que Xistra fosse chamado a explicar-se porque não mostrou o segundo amarelo a Talisca quando parou a jogada para mostrar cartão e depois recuou...
Entretanto, Xistra teve nota 6 para o panfleto da queimada, Artur Soares Dias, como referi ontem, nota 4. É assim que se condiciona e se passam as mensagens. Quem arbitra o F.C.Porto e em caso de dúvida, não tem o benefício merecido, é penalizado, quem arbitra o Benfica, mesmo com certezas é beneficiado. Cá dentro é isto que se sabe, na Champions, seis jogos, três exulsões. Quem quiser que tire conclusões. Mas é assim, escorado neste andor, que o catedrático já está novamente cheio de papo, de volta à arrogância e à bazófia. Atenção!, isto ainda não acabou...

Notas finais:
A Antena 1 fez um balanço das arbitragens na primeira-volta do campeonato. Quem foi ouvir? A APAF.
Fantástico!

Só convidam ressabiados e eles aproveitam. Depois de Octávio, o catedrático do terceiro mundo, mas despedido por incompetência.
Em relação ao que disse Manuel José na Renascença, apetecia-me dizer muita coisa, mas apenas vou dizer o seguinte: é legítimo convidar para analisar a primeira-volta do campeonato e por consequência, a prestação do F.C.Porto, um indivíduo que sempre que abre a boca em relação aos Dragões, mostra o mais requentado ressabiamento? Não me parece. Não se devia convidar ninguém que tivesse qualquer parti pris em relação a um clube.

É legítimo um treinador, o único na história do futebol português que foi despedido por incompetência, colocar em causa a qualidade do treinador do F.C.Porto, utilizando como argumento comparações especulativas com Paulo Fonseca ou o facto de Lopetegui ter sido guarda-redes? Lopetegui foi seleccionador espanhol no escalão sub-21, foi campeão europeu, pelas suas mãos passaram alguns dos agora melhores jogadores de Espanha. Não é alguém que apenas tem currículo no terceiro mundo, que tem legitimidade para tratar assim um profissional digno e que tem sido correctíssimo para com todos os agentes do futebol português. Uma vergonha, dupla vergonha, portanto.

Foto do Marítimo-Benfica, sacada da página do facebook de Fábio Silva.

Jornalistas versus comerciantes de papel


Num terreno lastimável, impróprio para jogar futebol, o F.C.Porto foi sério, teve atitude, carácter, espírito de sacrifício, alguns momentos de muito bom futebol, teve jogadores em grande plano, venceu com todo o mérito, mostrou que está aí. Temos de continuar por este caminho. Os cães ladram, mas os Dragões nunca atiram a toalha, nunca desistem.
 
Ontem o director, entre aspas, do panfleto da queimada, manifestou-se incomodado por a FPF, na Gala do Centenário, ter esquecido Cândido de Oliveira e Vítor Santos, dois jornalistas - Cândido de Oliveira foi muito mais que isso...- que, para Serpa, tiveram um papel importante no desolvimento e divulgação do futebol - ver aqui. O pastel de belém termina o artigo distinguindo a injustiça feita aos dois citados jornalistas, dos "despeitados que a si próprios se acham celebridades, sem, de facto, o serem". Este artigo faz-me voltar a um tema que me é caro: jornalistas ou jornalismo versus comerciantes ou comércio de papel. Começando pelo fim, seria pedir muito ao cobarde do Serpa que dissesse um nome, apenas um, dos tais despeitados e portanto, assunto arrumado. Mas tem razão o director, entre aspas da Bola, quando distingue a diferença entre Cândido de Oliveira e também, embora menos, Vítor Santos, do jornalismo de agora e de que ele é um dos melhores e mais paradigmáticos exemplos.
Um jornalista tem ética, deontologia, rigor, equilíbrio e equidistância, destaca quem merece, não extrapola, branqueia ou omite ao sabor das conveniências. O comerciante de papel não faz nada disso. Se entre um grande feito de um clube com menos possíveis compradores de papel e a chegada de um toco de vassoura para o clube que tem mais compradores, o comerciante de papel manda às malvas a ética, deontologia, rigor, isenção, etc., destaca o toco de vassoura, ignorando quem merecia destaque. Se esta realidade já não é fácil de engolir, quando o comerciante de papel usa a má-fé, a desonestidade para distorcer ou condicionar, visando ajudar quem lhe garante maiores tiragens, então é muito pior. Podia dar muitos exemplos, nesta matéria como em muitas outras, o panfleto da queimada é um manancial, mas dou apenas dois e bem simples, tão simples que todos perceberão, até os benfiquistas que devem muito à inteligência e que constantemente me vêm insultar, com comentários que de tão ridículos até dão vontade de rir.
Época 2011/2012, Benfica 2 - F.C.Porto 3, destaque de capa do panfleto: "Fora-de-jogo". Na mesma época, Gil Vicente 3 - F.C.Porto 1, destaque: "Galo amigo da águia". No primeiro caso vamos dar de barato que a arbitragem de Pedro Proença só se resumiu a esse lance, o clube do regime foi prejudicado, o panfleto destaca o prejuízo. No segundo caso, arbitragem escandalosa de Bruno Paixão em prejuízo do F.C.Porto, onde está o mesmo destaque? Pois é, não convinha, era mau para o negócio. Como disse anteriormente, se fosse apenas negócio e daí não viesse mal ao mundo, vá que não vá, mas não é assim. Esta forma de tratar assuntos semelhantes de maneira diferente, influencia, distorce, condiciona e de que maneira. Se um árbitro entra para dentro do campo sabendo que se errar a favor de um, é catalogado de tudo, mas se errar a favor de outro ou contra o que garante menos exemplares, não se passa nada, como vai agir em caso de dúvida? Ontem, num campo em condições deploráveis, sem nenhum lance onde se possa dizer que errou grosseiramente, Artur Soares Dias teve nota negativa, um 4, para o panfleto da queimada. Sintomático. Só não percebe isto quem não quer e mistura tudo. Eu, podem chamar-me tolinho e insultarem-me, mas enquanto tiver o tasco não vou abrandar, vou continuar a bater na mesma tecla, sob o lema: água mole em pedra dura... Ah, sempre com o nome dos bois.

O senhor da foto chama-se Rui Pedro Rocha, é sulista, não sei se elitista, mas é benfiquista ferrenho, veio até cá cima destilar o seu ódio de estimação ao F.C.Porto e com a camisola do clube do regime vestida, cachecol ao pescoço e bandeira na mão, mostrou exemplarmente que não é sério. Com as imagens mostradas pela SporTv, repito, ninguém pode afirmar que há irregularidade nos golos do F.C.Porto. É isso que quem é rigoroso e isento deve afirmar, na dúvida, benefício ao árbitro, que tal como os jogadores teve uma tarefa muito difícil. Mas não foi isso que o Rocha fez, ele viu irregularidades em tudo, extrapolou, passou para a opinião pública uma ideia falsa, mostrou que a ética para ele é uma batata. Ao lado dele estava El Teórico, Luís Freitas Lobo, que pelo menos no primeiro golo o acompanhou. Parece que o Lobo ao intervalo virou cordeiro, mudou de opinião, deu o dito por não dito. Para mim o arrependimento do Lobo, nem me aquece nem me arrefece. Com aquelas imagens, El Teórico só tinha a dizer: é um lance que deixa dúvidas, nunca podia ter afirmado peremptoriamente e fazendo coro com o Rocha, que Casemiro estava fora-de-jogo. Portanto, estão bem um para o outro, Rocha e Lobo são farinha do mesmo saco.

- Oh!, senhor Baía, então uma Gala que ignora o F.C.Porto, José Maria Pedroto e Pinto da Costa, é uma Gala extraordinária? Senhor Baía, mesmo sabendo o que são necessidades, menos, por favor.

- Senhor António Fidalgo, comentador da Rádio Renascença, então o senhor não sabe porque Lopetegui tirou o Jackson e meteu o Adrián? Eu explico-lhe. Sem Aboubakar, com jogos de três em três dias e com Jackson a precisar de ser poupado, o único jogador que pode jogar ali na Taça da Liga, é o espanhol mal-amado. Por isso, é natural que o treinador do F.C.Porto tenha aproveitado a oportunidade para ontem dar mais uns minutos a Adrián, numa posição que não é o seu lugar habitual. Será que é assim tão difícil de perceber?
 

F.C.Penafiel 1 - F.C.Porto 3. Num terreno quase impraticável, vitória muito meritória dos de azul e branco


Entrando com aquela que é a sua equipa mais consensual no momento - sem Brahimi entrou Quaresma -, Fabiano, Danilo, Maicon, Indi e Alex Sandro, Casemiro(aos 63 Evandro), Herrera e Óliver, Quaresma(aos 52 minutos Marcano), Jackson(aos 82 Adrián) e Tello, o F.C.Porto teve contra si um tempo muito mau, terreno em más condições, pesadíssimo e com muitas poças de água, pouco propício ao futebol de posse, curto, de toque, dos Dragões. Era preciso perceber rapidamente como jogar, não dava para jogar como de costume, tinha de se jogar mais comprido, com mais pragmatismo e objectividade, apelar ao espírito de sacrifício e de luta. Como tinha dito na antevisão, não dava para violino, tinha de se tocar bombo. Demorou, mas quando os jogadores do F.C.Porto conseguiram adaptar-se minimamente às condições do relvado, algumas boas jogadas foram construídas, os lances de perigo começaram a acontecer e quando o primeiro golo surgiu, iam decorridos 30 minutos de jogo - belo toque de Jackson a isolar Casemiro sobre a direita, remate do médio, bola a ultrapassar o guarda-redes e a caminho da baliza, com Herrera a evitar surpresas e tocar-lhe sobre a linha - já ninguém podia dizer que a vantagem portista era injusta. O Penafiel tentou a reacção, mas o melhor que conseguiu foi ganhar um canto e atrapalhar a defesa portista, já o F.C.Porto passado 4 minutos fez o segundo - Óliver assistiu Jackson que só teve de empurrar - e chegou ao intervalo com uma boa e meritória vantagem.
Pedir melhor futebol naquele relvado, quase impraticável, era pedir demasiado. E se o F.C.Porto não foi, como não podia ser, brilhante, fez uma primeira-parte com uma qualidade muito aceitável. Nem sempre, é verdade, mas principalmente depois de um período de adaptação que durou cerca de 25 minutos, foi um bom Porto.

A questão que se colocava para a segunda-parte era saber como naquele terreno cada vez mais massacrado e onde era quase impossível jogar, se iria comportar o conjunto de Julen Lopetegui? Continuar com o mesmo espírito de luta e de sacrifício, mantendo a concentração, sabendo que tinha de continuar a ser prático, não podia facilitar nem complicar como aconteceu na última jogada dos primeiros 45 minutos e lhe custou um canto cedido por um atrapalhado Fabiano? Ou achando que o jogo estava ganho e como tal dava para abrandar, relaxar, deixar de lutar, não era preciso fazer muito, procurar o terceiro, matar o jogo? Não começou bem, logo aos 4 minutos Rabiola reduziu e se não tinha decorrido muito para ver com que disposição vinha o F.C.Porto, pelo menos viu-se que o Penafiel não vinha derrotado, era preciso cuidado, dar tudo. Com a vantagem diminuída e sendo preciso mais capacidade de choque do que notas artísticas, o treinador dos Dragões tirou Quaresma e meteu Marcano, o F.C.Porto ainda sofreu um susto que Danilo resolveu, mas ficou mais consistente e passado pouco tempo Óliver - cada vez mais o motorzinho do F.C.Porto -, encostou a passe de Jackson, o jogo ficou resolvido e por números que me parecem correctos.

Cumprimos a nossa obrigação, num terreno sem o mínimo de condições, os pupilos de Julen Lopetegui foram competentes, trabalharam, lutaram, não se podia exigir muito mais na nota artística.
Estamos provisoriamente a 3 pontos, vamos aguardar tranquilamente o que se vai passar amanhã no Marítimo- Benfica

Nota:
Como é que os lobos da SporTv e quem analisa os lances nos estúdios, com aquelas imagens pode dizer que Casemiro estava em fora-de-jogo no primeiro golo do F.C.Porto ou Jackson no segundo? Não digo que não pudessem estar, agora com as imagens mostradas, ninguém de boa-fé pode dizer que o médio e o ponta-de-lança do F.C.Porto estavam deslocados.
Está aqui o resumo do jogo. Há alguém que com estas imagens possa dizer que os lances dos golos do F.C.Porto são irregulares?

Pulhice, sacanice, vergonha! E ainda a antevisão do F.C.Penafiel-F.C.Porto


Jorge Nuno Pinto da Costa - também o F.C.Porto que tanto tem prestigiado o futebol português, José Maria Pedroto, o Mestre, cuja relevância e importância no futebol luso ainha há poucos dias tão exaltada, sem esquecer jogadores como Fernando Gomes, duas Botas de Ouro, por exemplo - tem um currículo impressionante, uma obra notável, é um dos melhores e mais galardoados dirigentes do futebol mundial, nunca neste país alguém conseguiu tanto sucesso nacional e internacional como o Presidente dos Dragões. Sucesso que o mundo do futebol reconhece, diga-se. Ao contrário do que acontece lá fora, neste Portugal pouco recomendável, a Federação Portuguesa de Futebol fez uma Gala do Centenário, escolheu jogadores, treinadores, equipas, mas ignorou de forma miserável Pinto da Costa. Isto diz tudo sobre os dirigentes da FPF e em particular do seu líder, o ex-jogador e ex-dirigente/administrador, alguém que deve tudo ao F.C.Porto, Fernando Gomes. Uma pulhice, sacanice, uma vergonha que o Armando Pinto abordou na sua página do facebook e quem junto a minha indignação.
Há gente muito pequenina que quando sai do Porto e vai para Lisboa, julga que cresce, mas não cresce, só revela a sua índole, o seu carácter, minga e alarga. Coitados!

Chapeau para o artigo do Pedro Marques Lopes. Como dizia o meu avô, há homens, homitos, macacos e macaquitos. Os homens assumem-se sem medo, com frontalidade e coragem. Os homitos escondem-se, acobardam-se, mostram a sua verdadeira dimensão de gente rasteirinha, trocam de amigos como quem troca de camisa, são capazes de tudo, até de vender a alma ao Diabo, em nome dos seus interesses particulares.

 F.C.Penafiel-F.C.Porto. O lema é: ganhar para pressionar
Nesta altura, é meter a cassete do ganhar para pressionar e pouco mais há a dizer. 
O Penafiel está abaixo da linha de água, necessitado de pontos, vai tentar tudo para os conquistar. Para isso, vai jogar com todos atrás da linha da bola, procurar defender bem, aproveitar algumas das abébias que o F.C.Porto dá em quase em todos os jogos, para surpreender. Aqui chegados é só meter a outra cassete, a que diz que temos de entrar forte e a pressionar alto, intensos, dominadores, rápidos a pensar e a executar,  seguros atrás, criativos no meio-campo, eficazes no ataque. Enfim, colocar no campo os melhores atributos colectivos e individuais, fazer jus ao favoritismo. Nesta altura e frente a estas equipas, perder pontos é dizer adeus ao título.
O tempo está mau, o campo não vai estar nas melhores condições e por isso pouco propício a um futebol curtinho, de toques e fintas. Objectividade, pragmatismo, se não der para ganhar a tocar violino, temos de ganhar a tocar bombo e pandeireta.

O árbitro é Artur Soares Dias, auxiliado por Rui Lícinio e João Silva

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Fabiano e Andrés Fernández;
Defesas, Danilo, Maicon, Marcano, Martins Indi e Alex Sandro;
Médios, Evandro, Casemiro, Campaña, Herrera, Óliver e Quintero;
Avançados, Quaresma, Tello, Jackson, Ricardo Pereira e Adrián.

Equipa provável:
Fabiano, Danilo, Marcano, Martins Indi e José Ángel, Casemiro, Herrera e Óliver, Quaresma(Quintero), Jackson e Tello.

Antevisão de Julen Lopetegui:
«O FC Porto sabe que esta partida começa a zeros e, como tal, não pode facilitar se quiser os três pontos».
 
«É um campo reduzido, perante adversário que faz muitas coisas bem, que é agressivo. Vai ser difícil», apontou. O objetivo para esse jogo é o mesmo de todos: focalizar a máxima atenção, dar o nosso melhor, respeitar o adversário. Fazer as coisas bem de modo a poder superar o objetivo».

«O Penafiel já conseguiu resultados bons em casa, espero uma partida com muitas dificuldade. Temos que tentar fazer o melhor, queremos os 3 pontos.»

«O treinador do Penafiel já cá esteve, conhece a casa, sabe o que tem a fazer para nos
dificultar. O FC Porto olha estes adversários como todos. O jogo começa a zero.»

«Queremos somar o máximo número de pontos possível e para isso temos que vencer em Penafiel. É esse o próximo objetivo, é nisso que estamos focalizados».

«Antes do jogo com o Benfica já estávamos a fazer boas exibições e bons resultados. Mesmo nessa partida, fizemos muitas coisas bem. Às vezes, analisamos demais as coisas do lado do resultado. E o futebol tem algo que outros desportos não têm: pode ser-se muito superior e mesmo assim não ganharmos. É esse também o atrativo deste jogo»

«Antes do mais, devo dizer que o futebol português está de parabéns por ter ativos tão bons. Como amante do futebol mundial e do futebol português, congratulo-me de ver nomes como Eusébio, Ronaldo, Figo, Mourinho, Baía ou Pedro Proença devidamente lembrados. Mas, já que me perguntam, noto as ausência de Pedroto, que marcou uma era e mudou o futebol português, e do nosso presidente Pinto da Costa, que é um dirigente com um número de títulos que não tem paralelo em todo o Mundo...»

«Pedroto e Pinto da Costa são nomes de que devem orgulhar não só os portistas, mas também os portugueses...» 

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